Movimentação dia 11. Força Sindical divulga quais locais e a programação. Brasil para, se trabalhadores param

3eme_age005Força Sindical divulga Estados que irão ter atos no dia 11
pela pauta trabalhista e contra a inflação

 

A Força Sindical divulgou hoje (8 de julho) uma agenda preliminar do Dia Nacional de Lutas com Greves e Manifestações. O ato da Força Sindical, juntamente com as  demais centrais sindicais e movimento sociais, deverá acontecer em todos os Estados e em centenas de cidades do País. Categorias como metalúrgicos, químicos, construção civil, construção pesada, vestuário, transporte, alimentação, entre outros irão cruzar os braços no dia 11.

As manifestações visam chamar a atenção da sociedade sobre a Pauta Trabalhista, que inclui o fim do fator previdenciário, redução da jornada de trabalho, reajuste para os aposentados, mudanças na equipe econômica e mais investimentos para a saúde e educação.

Em São Paulo haverá uma grande ato às 12 horas na avenida Paulista. Na parte da manhã, os trabalhadores irão fechar a Marginal Tietê e Avenida do Estado, e as rodovias Anchieta, Castelo Branco, Raposo Tavares, Fernão Dias, Dutra e Mogi-Bertioga.  No interior paulista ocorrerão manifestações nas cidades de Campinas, Piracicaba, Ribeirão Preto, Franca, Santos, Guarulhos, Osasco, Sorocaba, Piracicaba, Lorena, Araçatuba, São José dos Campos, entre outras. Os portuários também irão cruzar os braços.curetage_nez006

Também ocorrerão atos no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, Bahia, Pernambuco, Ceará, Espírito Santo, Amazonas e Rio Grande do Norte. No Distrito Federal haverá concentração na catedral da cidade. Os manifestantes devem seguir em passeata até o Congresso Nacional. Vale ressaltar que outros Estados também farão atos.

O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força, ressalta que o dia também será de luta por mudanças na equipe econômica e contra a inflação. “Há um desconforto entre as famílias dos trabalhadores, que estão sentindo que a corrosão dos salários pela inflação ganha cada vez mais força. E, como sabemos, a inflação corrói o poder de compra e penaliza as pessoas de menor renda. É importante mostrar o descontentamento dos trabalhadores com a equivocada equipe econômica que está permitindo a volta da inflação”, disse o sindicalista.

“Vamos também cobrar redução dos juros”, alerta Paulinho da Força.

fonte: assessoria de imprensa