Reinaldo Azevedo revida Zé Dirceu. Veja vem aí…Partes se movimentam

 

Ai, ai…

Quando começo um post assim, é porque vem coisa, certo?

Já falei hoje aqui sobre José Dirceu, de que o deputado Henrique Fontana (PT-SP) é mero boneco, que quer cassar dos brasileiros o direito de eleger livremente seus representantes. Naquele post, afirmei que, numa democracia convencional, Dirceu estaria na cadeia; no Brasil, está cuidando da “reforma política”.

Pois bem… O homem está mais assanhado do que lambari na sanga. E ele sabe por quê. Daqui a algumas horas, a nova edição de VEJA chega às bancas, e vocês verão o que anda fazendo o “consultor de empresas privadas” quando não está empenhado em cassar do eleitor o direito de eleger seus representantes. É coisa feia, muito feia!!!

É claro que todos estranhavam o fato de que as lambanças que vieram à luz até agora não tivessem um só petista graúdo como protagonista, né? Ocorre, queridos, que há os amadores e os profissionais, entendem? VEJA repudia os malfeitores de uns e de outros.

Dirceu está tentando fazer barulho na Intenet, acusando VEJA de ter invadido a sua privacidade ou sei lá o quê. Até fez um boletim de ocorrência. Trata-se de uma tentativa de intimidar a revista para ver se CONSEGUE IMPEDIR que a reportagem apurada seja publicada. É a famosa cortina de fumaça. Acha que, se gritar primeiro e posar (Emir Sader escreveria “pousar”) de vítima, consegue transformar um fato num não-fato.

É inútil, Zé!

Boletim de ocorrência? Em boas democracias do mundo, José Dirceu estaria na cadeia; no Brasil, ele chama a polícia. Mas que polícia poderá ir contra os fatos?

Fatos a que vocês terão acesso dentro de algumas horas. É esperar para ler.

Por Reinaldo Azevedo

Aguardem emoções fortes. Zé Dirceu em guerra com a Veja. Diz que tentaram invadir seu quarto de hotel em Brasília. Veja só. O caso foi parar na polícia. Tem até camareira, também.

FONTE: BLOG JOSÉ DIRCEU – http://www.zedirceu.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=13040&Itemid=2

Repórter da revista Veja é flagrado em atividade criminosa contra mim <!–

Publicado em 26-Ago-2011
<!–

–>Depois de abandonar todos os critérios jornalísticos, a revista Veja, por meio de um de seus repórteres, também abriu mão da legalidade e, numa prática criminosa, tentou invadir o apartamento no qual costumeiramente me hospedo em um hotel de Brasília. O ardil começou na tarde dessa 4a. feira, quando o jornalista Gustavo Nogueira Ribeiro, repórter da revista, se registrou na suíte 1607 do Hotel Nahoum, ao lado do quarto que tenho reservado. Aproximou-se de uma camareira e, alegando estar hospedado no meu apartamento, simulou que havia perdido as chaves e pediu que a funcionária abrisse a porta. O repórter não contava com a presteza da camareira, que não só resistiu às pressões como, imediatamente, informou à direção do hotel sobre a tentativa de invasão. Desmascarado, o infrator saiu às pressas do estabelecimento, sem fazer check out e dando calote na diária devida.Depois de abandonar todos os critérios jornalísticos, a revista Veja, por meio de um de seus repórteres, também abriu mão da legalidade e, numa prática criminosa, tentou invadir o apartamento no qual costumeiramente me hospedo em um hotel de Brasília.

O ardil começou na tarde dessa quarta-feira (24/08), quando o jornalista Gustavo Nogueira Ribeiro, repórter da revista, se registrou na suíte 1607 do Hotel Nahoum, ao lado do quarto que tenho reservado. Alojado, sentiu-se à vontade para planejar seu próximo passo. Aproximou-se de uma camareira e, alegando estar hospedado no meu apartamento, simulou que havia perdido as chaves e pediu que a funcionária abrisse a porta.

O repórter não contava com a presteza da camareira, que não só resistiu às pressões como, imediatamente, informou à direção do hotel sobre a tentativa de invasão. Desmascarado, o infrator saiu às pressas do estabelecimento, sem fazer check out e dando calote na diária devida, ainda por cima. O hotel registrou a tentativa de violação de domicílio em boletim de ocorrência no 5º Distrito Policial.

A revista não parou por aí.

O jornalista voltou à carga. Fez-se passar por assessor da Prefeitura de Varginha, insistindo em deixar no meu quarto “documentos relevantes”. Disse que se chamava Roberto, mas utilizou o mesmo número de celular que constava da ficha de entrada que preencheu com seu verdadeiro nome.  O golpe não funcionou porque minha assessoria estranhou o contato e não recebeu os tais “documentos”.

Os procedimentos da Veja se assemelham a escândalo recentemente denunciado na Inglaterra. O tablóide News of the Word tinha como prática para apuração de notícias fazer escutas telefônicas ilegais. O jornal acabou fechado, seus proprietários respondem a processo, jornalistas foram demitidos e presos.

No meio da tarde da quinta-feira, depois de toda a movimentação criminosa do repórter Ribeiro para invadir meu apartamento, outro repórter da revista Veja entrou em contato com o argumento de estar apurando informações para uma reportagem sobre minhas atividades em Brasília.

Invasão de privacidade

O jornalista Daniel Pereira se achou no direito de invadir minha privacidade e meu direito de encontrar com quem quiser e, com a pauta pronta e manipulada, encaminhou perguntas por e-mail já em forma de respostas para praticar, mais uma vez, o antijornalismo e criar um factóide. Pereira fez três perguntas:

1 – Quando está em Brasília, o ex-ministro José Dirceu recebe agentes públicos – ministros, parlamentares, dirigentes de estatais – num hotel. Sobre o que conversam? Demandas empresariais? Votações no Congresso? Articulações políticas?

2 – Geralmente, de quem parte o convite para o encontro – do ex-ministro ou dos interlocutores?

3 – Com quais ministros do governo Dilma o ex-ministro José Dirceu conversou de forma reservada no hotel? Qual o assunto da conversa?

Preparação de uma farsa

Soube, por diversas fontes, que outras pessoas ligadas ao PT e ao governo foram procuradas e questionadas sobre suas relações comigo. Está evidente a preparação de uma farsa, incluindo recurso à ilegalidade, para novo ataque da revista contra minha honra e meus direitos.

Deixei o governo, não sou mais parlamentar. Sou cidadão brasileiro, militante político e dirigente partidário. Essas atribuições me concedem o dever e a legitimidade de receber companheiros e amigos, ocupem ou não cargos públicos, onde quer que seja, sem precisar dar satisfações à Veja acerca de minhas atividades. Essa revista notoriamente se transformou em um antro de práticas antidemocráticas, a serviço das forças conservadoras mais venais.
Confira abaixo as imagens do B.O. em detalhes; para ler os documentos em pdf clique nas imagens:

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