Sessão da Seção de bobagens destes dias. Roberto Carlos viu um relógio quebrado e…

cow-clockRei excêntrico

O rei está em Londres

Até o estúdio Abbey Road teve que se adequar às idiossincrasias de Roberto Carlos. Ontem, o rei esteve no local onde os Beatles e o Pink Floyd gravaram álbuns que marcaram a história da música. Lá será gravado um álbum em espanhol e uma regravação de And I Love Her, composta por John Lennon e Paul McCartney.

Prestes a gravar, Roberto deparou-se com um relógio quebrado dentro do estúdio. Ouviu que o objeto fora danificado pelos integrantes do Pink Floyd em 1973, enquanto brincavam de futebol nos intervalos da gravação do épico Dark Side of the Moon.

Roberto bateu o pé e afirmou que não havia possibilidade de gravar em um local com relógio parado. A reclamação do rei não demorou a ser resolvida – em instantes o relógio foi consertado.

FONTE: COLUNA RADAR – VEJA – Por Lauro Jardim

Do Ex-Blog de Cesar Maia. Friboi, Roberto Carlos, Dilma e BNDES. Senão não tem samba

graphics-cows-824453TONY RAMOS, ROBERTO CARLOS, FRIBOI, BNDES E DILMA!

(Sakamori Ossami – Gazeta do Paraná, 15) 1. O grupo HBS/Friboi é maior tomador individual do programa PIS, Bolsa Empresário, do BNDES.  O valor ascende a R$ 20 bilhões.  Os tais empréstimos são subsidiado pela União, uma vez que ela capta no mercado, hoje, entre 10,75% da taxa Selic a 13,46% da taxa da NTN-F.  O BNDES empresta para empresários como JBS/Friboi a uma taxa média de 3,5% ao ano.  O subsídio do governo federal varia entre 7,25% a 9,96%.

2. O grupo JBS/Friboi, aplicando o dinheiro do PIS, instituído no governo Lula, tomado em forma de empréstimo do BNDES, mais de R$ 20 bilhões, significa que, se deixar aplicado, sem produzir nada, rende cerca de R$ 2 bilhões anuais.  No final das contas, vão jogar os empréstimos do BNDES no lixo.   Já fiz, a primeira denúncia no dia 19 de janeiro deste ano.  Mas, ninguém ousa tomar atitude para investigar as operações estranhas do grupo JBS/Friboi junto ao BNDES.graphics-cows-624514

3. Recentemente, contrataram os atores globais, o cantor Roberto Carlos, apresentadora Fátima Bernardes, o ator Tony Ramos e a apresentadora Ana Maria Braga para fazer propaganda/ merchandising dos produtos Friboi.  O pano do fundo é fazer divulgação dos nomes do Júnior Friboi para o governo de Goiás e a Dilma para a presidente da República.  Não demora muito, as personagens citadas, vão aparecer em companhia dos atores globais, num propaganda subliminar, sem infringir legislação eleitoral.

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Um resumo do que você queria saber sobre Friboi, Júnior, Roberto Carlos, Toni Ramos e Duda Mendonça. Se é que você queria saber e entender. Está tudo no mesmo saco.

FONTE: COLUNA JAMES AKEL

banana VACAPORQUE A FRIBOI CONTRATOU ROBERTO CARLOS PRA COMERCIAL

Muita gente se pergunta se a contratação de Roberto Carlos pra fazer comercial da Friboi seria porque Toni Ramos não estava mais sendo eficiente.

Mas nada a ver isto nem aquilo.

Tanto a contratação de Toni Ramos quanto a de Roberto Carlos nada tem a  ver com a Friboi que não precisa de ninguém pra vender carne porque é absoluta no mercado e vende toda sua produção antes da existência dos comerciais.

Estes comerciais com Toni Ramos ou Roberto Carlos servem apenas pra agregar imagem dos artistas ao dono da Friboi, conhecido como Júnior Friboi que vai ser candidato ao governo de Goiás agora e precisa ter imagens agregadas.

O mesmo Júnior Friboi contratou também Duda Mendonça pra fazer sua campanha.

Está desvendado o segredo da contratação de tanta gente cara pra fazer comercial de um produto que já vendia tudo antes da existência do comercial.

Quanto ao cachê de Roberto Carlos algumas fontes do mercado publicitário me garantiram que foi mesmo 16 milhões líquidos.

Bem menos que os 30 milhões que o Duda Mendonça vai receber nesta empreitada.

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Construção: Roberto Carlos gosta de dinheiro, ganha dinheiro e faz tudo para ser bonzinho…Até na obra, numa construção,inspirada…nele!

 

Vejam só! Sirena é sócio, empreendimento tem Roberto Carlos. Leva cultura aos operários, e enaltece quem? quem? Ele, o RC que não quer biografia

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FONTE: ASSESSORIA DE IMPRENSA PROJETO CANTEIROS

EMPREENDIMENTO IMOBILIÁRIO DO CANTOR ROBERTO CARLOS REALIZA PROJETO QUE ENSINA MÚSICA AOS OPERÁRIOS E RECEBE PRÊMIO DE RESPONSABILIDADE SOCIAL

 FONTE: ASSESSORIA DE IMPRENSA PROJETO CANTEIROS

Funcionários da construção do Horizonte JK visitam a Orquestra Sinfônica de São Paulo, utilizam resíduo da obra para construir seus próprios instrumentos e gravam com eles “Como É Grande Meu Amor Por Você”, de autoria do Rei

            Vergalhões, canos de PVC, pregos, parafusos e madeiras. O material de resíduo de obra ganha novo significado no Projeto Canteiros, que leva oficinas de música e arte para os operários da construção do Horizonte JK, empreendimento de salas comerciais e apartamentos residenciais localizado na Avenida Presidente Juscelino Kubitschek, em São Paulo. A iniciativa, que une as empresas Emoções Incorporadora, Toledo Ferrari Construtora e Incorporadora e AAM Incorporadora, tem a cultura em seu DNA, afinal, um dos sócios do futuro prédio é o grande cantor e compositor Roberto Carlos, associado da Emoções. E o trabalho desenvolvido já rende reconhecimento: as empresas, em parceria com a ONG Mestres da Obra, venceram a 19ª edição do Prêmio Master Imobiliário na categoria Responsabilidade Social, o mais relevante do setor da construção civil no país.

            As aulas são realizadas quinzenalmente e reúnem grupos de cerca de dez operários em uma sala especialmente preparada, em que as cores das obras de arte feitas pelos trabalhadores saltam aos olhos, assim como as formas inusitadas dos instrumentos musicais construídos por eles. A iniciativa vem sendo realizada desde o início do ano e propõe a junção de teoria e prática. Como resultado, ao fim das oficinas, os participantes têm elementos para enxergar sob outro prisma as obras de arte, como as que estão espalhadas por São Paulo, além de dar novo significado aos sons e ritmos das canções. “Se de todos os que passarem pelo projeto, conseguirmos melhorar a vida de um trabalhador e despertar a sua atenção às artes, o projeto como um todo terá valido a pena”, considera Cid Ferrari, sócio diretor da Toledo Ferrari Construtora e Incorporadora. Ele complementa: “É nítida a diferença nos operários que participam das aulas nos canteiros de obras. Tivemos exemplos de participantes com problemas relacionados a saúde e álcool que passaram a avaliar a vida de outra forma.”

            Nos encontros em que o conteúdo abordado é música, os trabalhadores aprendem a construir os próprios instrumentos através de material coletado na obra. Dessa maneira, o que era considerado lixo se transforma, por exemplo, em xilofone (feito de restos de madeira e aço), flauta (desenvolvido com canos de PVC) e cajon (construído com madeira).Orientados por professores da Associação Mestres da Obra, os alunos conhecem mais sobre diversos estilos musicais e grandes nomes da canção.

            Em uma das dinâmicas colocadas para os grupos, rei Roberto Carlos, foi a inspiração. Suas canções Esse Cara Sou Eu e Como É Grande O Meu Amor Por Você ganharam releitura com os sons dos novos instrumentos e com as vozes daqueles que ajudam a construir o edifício. Em outra experiência já realizada, a aproximação com a música se deu através de uma visita monitorada à Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP), em julho, que possibilitou contato direto com um bem cultural até então de difícil acesso a eles.O projeto é possível pelo encontro de ideias e visões das três empresas, que vêem a necessidade de valorização dos colaboradores“, justifica Sergio Ribera, gerente de desenvolvimento da AAM Incorporadora.

            Nas aulas de artes, o fio condutor adotado pelo Projeto Canteiros é o centenário de Tomie Ohtake, artista japonesa radicada no Brasil, autora de obras em diversos pontos da capital paulista. Em uma parceria firmada com a Editora Moderna, são distribuídas aos participantes cartilhas sobre o trabalho da artista. Nas duas horas em que se desligam da pesada rotina da construção civil para conhecer mais sobre pinturas e esculturas, os trabalhadores colocam a mão na massa e fazem releituras de painéis de Tomie Ohtake, saindo por alguns momentos da função de operários e passando para a de artistas. Além disso, criações de gênios como Picasso, Monet e Rodin também são apresentadores como referência.

            A preocupação das três empresas associadas em inserir cultura no cotidiano da obra vai ao encontro do desejo de que os futuros moradores e frequentadores do Horizontes JK encontrem ali o melhor ambiente possível. “Queremos que todos aqueles que adquirirem as unidades do prédio tenham boa convivência e qualidade de vida, e achamos que esses momentos positivos devem estar presentes também na fase da construção, com os nossos colaboradores“, aponta Jaime Sirena, sócio-diretor  da Emoções Incorporadora.“, aponta Jaime Sirena, sócio-diretor  da Emoções Incorporadora.

            A inserção educacional é outro ponto destacado no projeto. Entre os funcionários participantes: 37,7% iniciaram o ensino fundamental, mas não completaram;17,4% completaram apenas o fundamental; 13% concluíram o ensino médio e 31,9% não concluíram;um retrato da realidade social da maioria dos canteiros de obras. As idades variam entre 21 e 49 anos.Esta é a nossa singela contribuição para o desenvolvimento pessoal em um setor que carece. À medida que a obra avança, chegam novos profissionais, de novas especialidades, e queremos que o projeto atenda e dê oportunidade ao maior número de pessoas. Os operários vêem essa ação com bons olhos, percebem que estão sendo valorizados sentem-se importantes e especiais.” afirma Sergio Ribera, da AAM. Jaime Sirena, da Emoções, completa: “Além de ser um agente transformador que nos orgulha muito, temos certeza que este tipo de ação reverte na maior produtividade de cada um.”

            O sucesso da iniciativa não se encerra com a vitória no Prêmio Master Imobiliário: os trabalhadores da construção irão continuar em contato com novos conhecimentos até o fim do primeiro semestre de 2014 em diferentes módulos do projeto. “É louvável o investimento das empresas em uma área que vai além do trabalho de seus profissionais. Investir em arte e cultura abre os horizontes de todos e só traz benefícios, tanto no desempenho, quanto na vida de cada um“, destaca Arthur Zobaran Pugliese, diretor institucional da Associação Mestres da Obra, ONG responsável pelas oficinas.

MAS AQUI TEMOS UMA HOMENAGEM ESPECIAL AO ROBERTO CARLOS. DO AMIGO CHICO, COM A SUA CONSTRUÇÃO

ARTIGO – Vidas molhadas, por Marli Gonçalves

read_e0Quando não há um assunto para dividir o mundo em duas partes ranzinzas alguém inventa. Aí toca falar nele até torrar o saco. Falta irem para um duelo na porta do saloon, decidir a bala, no tapa, coisas que nem deviam estar na pauta, principalmente entre quem deveria estar aí defendendo a liberdade, dizendo não ao autoritarismo. A bola da vez é a discussão sobre uma malfadada autorização que os autores teriam de ter dos biografados ou suas famílias para escrever sobre suas vidas. Vê se pode! Censura, não! Quer ser famoso sem se molhar? 

Se você vier me perguntar eu nego. Eu? Não. Não fiz xixi na cama, não comi meleca, nunca roubei nada. Nunca fiz nada ilegal, nem nunca traí ninguém. Como a gente gosta de falar, brincando, desde Tim Maia, “Não bebo, não fumo e não cheiro. Só minto um pouco”.

Ora, direis, falar a verdade! O que será de verdade que está se passando na cabeça dessa turma que se reuniu ao Roberto Carlos para querer proibir – enfim, manter proibidas, já que é assim que, absurdamente, estão nesse momento – as biografias sem um “ok”? Estariam esses nossos ídolos com efeito retardado ou apenas querendo atrasar ainda mais esse nosso travado país? Estariam todos ficando velhos ranzinzas, um dos meus maiores temores? Depois a gente fala que é birra de tia velha e eles chiam, mandam seus jovens cães de guarda latirem.

Porque uma coisa é certa: eles próprios estão manchando a biografia que seria feita – de alguns, porque tem gente aí no meio só tirando casquinha já que não mereceria nunca mais do que poucos minutos de atenção.

jlwriting_table_e0Esse é um daqueles assuntos sobre os quais não se pode ter qualquer dúvida. Não existe um meio termo, só a cabecinha. Ou existe a liberdade de imprensa ou não. E essa segunda alternativa a gente já conhece qual é. Não sei se você aí está acompanhando esse bate boca, mas ouvi umas argumentações que estão piorando ainda mais a briga de insuportáveis, o burufum, entre elas a de que o biografado devia receber. É. Tipo royalties. Seria feito algum tipo de contrato maluco, tipo para cada podre que o autor quiser revelar “sem autorização” um pagamento, tipo indenização.anim0014-1_e0

Sobre o contrário, livros que estamos vendo ser publicados aos borbotões nesses duros tempos políticos, biografias chapa branca total, que inventam vidas lindas e heroicas que até viram filmes, também fartamente financiados, nenhuma palavra. Ninguém pensa em indenizar a gente por esse deserto cultural que estão implantando.

O grupelho (fico super chateada, porque realmente tem gente cuja arte muito respeito) tem também outro argumento que me dá nos nervos, usando a coitada da massacrada Constituição. Eles têm uma lábia para usar a combalida quando lhes convém. Para se esconder e posar de legalistas. Então dizem que querem a proibição para preservar os direitos individuais, intimidade, patati e patatá.

Bom, o que a gente pode esperar mesmo de um país que tem a Dona Marta como Ministra da Cultura, com toda aquela sua empáfia? O que se pode esperar de um país que tem um Zé Dirceu correndo para defender controles? De mídia, imprensa, biografias e, se possível fosse, da Justiça, do tempo no fim de semana, do que a gente pensa dele, do mensalão e tudo o mais. Só ele é que não controla nada. Nem a mãozinha, ou o ideário político imposto a qualquer custo.

Tadinho. Deve ter ficado aborrecido com o (ex?) amigo Paulo Coelho que mandou a lenha na organização, igual o nariz das donas, da feira de Frankfurt programada para homenagear o Brasil, mas que acabou só assistindo a um festival de troca de desaforos. Deve estar querendo apagar o charuto do (ex?) amigo Fernando Morais, um de nossos maiores biógrafos, que também já se posicionou a favor da liberdade. Deve ter jogado fora todos os livros de Nelson Motta, Ruy Castro, os discos de Alceu Valença e outros que ousam pensar diferente dele, do “rei” e dos tropicalistas que esqueceram de seus próprios atos, e mandam a gente esquecer o que escreveram e fizeram.

Tenho uma péssima notícia para dar a esse grupo. As biografias deles já estão escritas, e disponíveis na internet – basta gugar. Tudo bem que não são tão bem escritas como seriam se esses nossos grandes autores o fizessem, mas estão lá.

Mais: há roteiros prontos. E aí eu trouxe para ajudar a quem quiser começar a escrever uma biografia, mas que espero que escolha um personagem que mereça mais do que esseszinhos, e que seja democrático.

Elementos para elaboração de uma biografia: Nome da pessoa/ Nomes dos pais/ Data do nascimento/ Local do nascimento – cidade, Estado, País (se estrangeiro, quando veio para o Brasil?) onde se radicou? Casado(a)? Nome do cônjuge/ Quando casou-se? / Onde?/ Quantos filhos / Quem são eles?/ São casados?/ Com quem? A que se dedicam?/ Quantos netos? Cursou alguma escola?/ Onde?/ Quando? /Qual?/ Nomes das escolas/ Que atividades exerceu? / Pertenceu a entidades culturais, filosóficas, beneméritas, assistenciais?/ Quais?/ Quando?/ Exerceu algum cargo público?/ Eletivo ou de carreira?/ Qual? Em que época? / Pertenceu a algum partido político? Qual? Quando? / Citar particularidades ou fatos interessantes da vida do biografado/ Citar atividades ou fatos em que se destacou na comunidade/ Citar contribuições que ofereceu para a comunidade/ para o desenvolvimento. Faleceu?/Quando?/ Onde?/ Onde foi sepultado?

Como vimos, fácil fazer biografia de quem merece, e sem perguntar se pode. Quem está na chuva é para se molhar, não é não Caetano? Segura seu pierrô molhado, ou se perca de nós. Desapareça.

São Paulo, 2013

Marli Gonçalves é jornalista Nunca suportou a censura. Tantas coisas não pode nunca ler ou saber por causa dela!

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Tenho um blog, Marli Gonçalves, divertido e informante ao mesmo tempo, no https://marligo.wordpress.com. Estou no Facebook. E no Twitter @Marligo

Hoje é Dia do Abraço. Fica a dica. E uma graça…

Achei no site oficial do Roberto Carlos!

DIA 22 DE MAIO – DIA DO ABRAÇO

DIA 22 DE MAIO - DIA DO ABRAÇO

Você sabia que dia 22 é o dia do abraço?
Um abraço pode ser acolhedor ao final de um dia cansativo, ou animador, se dado pela pessoa certa.
Pode afastar o frio ou proteger do medo.
Pode matar as saudades ou relembrar as tristezas.
Todo mundo gosta de um abraço!
Roberto Carlos também gosta e muito, veja como ele retrata os abraços em algumas de suas canções.

Todo dia é dia de abraçar alguém mas nesta terça-feira, é o Dia do Abraço e abraço é o que não pode faltar.
Tem abraço de todo o jeito…

Tem abraço de mãe..
“Te pedir que me abrace
E me leve de volta pra casa
Que me conte uma história bonita
E me faça dormir”