Palácio Guanabara: fantasmas, lendas e maldições de um escravo atormentariam o Cabral

ghostCasa dos horrores

Para o ex-prefeito Cesar Maia, que não morou lá, a desgraça do governador Sérgio Cabral está na lenda da “maldição” do palácio Guanabara, onde um escravo torturado antes de morrer lançou.

frank1-7FONTE: COLUNA CLAUDIO HUMBERTO – DIÁRIO DO PODER

Rio de Janeiro está ao Deus dará, e nas mãos de um déspota que quer governar por decreto! Beatriz Segall: vítima das calçadas abandonadas. Parece São Paulo.

“A cidade do Rio de Janeiro está

abandonada”, diz Beatriz Segal após ferir o olho na  calçada

FONTE: Do UOL, em São Paulo

  • Arquivo pessoal

    A atriz Beatriz Segall aparece com o rosto ferido após levar um tombo no Rio de JaneiroA atriz Beatriz Segall aparece com o rosto ferido após levar um tombo no Rio de Janeiro

Beatriz Segall machucou o olho direito ao tropeçar em um buraco de uma calçada no Rio de Janeiro, no último domingo (21), e terá que ficar em casa pelos próximos 20 dias. O incidente ocorreu em frente ao Sesc Casa da Gávea, onde a atriz assistiria à peça “O Tempo e os Conways”. Ao chegar ao teatro, ela tropeçou na calçada esburacada e bateu o rosto no chão. “A cidade do Rio de Janeiro está abandonada, muito suja”, afirmou a atriz ao UOL.

A maioria das calçadas do Rio é composta por pedras portuguesas.

Beatriz, que completa 87 anos nesta quinta-feira (25), está em São Paulo impossibilitada de sair. “Fui ao oculista e, felizmente, não atingiu o globo ocular. Mas agora está bem pior, inchado e roxo. Não posso sair de casa, minha cara assusta todo mundo”, disse a atriz.

Além de ter batido o rosto no chão e ferido o olho, Beatriz também ralou os joelhos e está com um dedo da mão “inutilizado”. “Felizmente não estou com nenhum trabalho agendado”.

Após o incidente, Beatriz foi levada para uma clínica, onde tirou fotos de seu rosto. A atriz pretende entrar na Justiça contra a Prefeitura do Rio de Janeiro. “Ainda não quero falar sobre isso, mas provavelmente irei processar sim”.

A atriz é conhecida por ter eternizado uma das maiores vilãs da televisão brasileira, Odete Roitman, de “Vale Tudo” (1988).

Rio de Janeiro, cidade em chamas, com desgoverno e descontrole, e suspeitas sobre tudo do Cabral

renoNa alça de mira

Depois de os promotores abrirem apuração sobre o abuso na utilização de helicópteros pagos com dinheiro público, o governador Sérgio Cabral (PMDB) agora é alvo do Ministério Público Eleitoral. O MPE vai investigar se ele está usando programas sociais para alavancar a pré-candidatura do vice Luiz Fernando Pezão ao Palácio Guanabara.

FONTE: COLUNA DE 19/O7 DE AZIZ AHMED NO O POVO/RJ

OLHA ESSA! DESCOBRIRAM QUE NINGUÉM TRAZ A PESSOA AMADA TÃO RÁPIDO…DO CLAUDIO HUMBERTO

Missão impossível

A Justiça do Rio condenou um pai-de-santo a cinco anos no semiaberto pela promessa de “trazer a pessoa amada em três horas”. Trazer de Paris em 24h o governador Sergio Cabral seria demais

Cabralzinho, cabralzinho… Não bota a cara na rua. E vê se não sai do país.

Pezão frio

Virou rotina: o governador Cabral (PMDB-RJ) sai do país, vem tragédia: o assassinato de uma PM por traficantes no complexo do Alemão foi notícia no Washington Post. Mas ele só lê o francês Le Monde.

fonte: nota da colunaClaudio Humberto

ARTIGO – Se acabar, que seja em pudim. Por Marli Gonçalves

Nossa! Foi indo, indo… já passou. Quando a gente vê já entrou. Estamos no segundo semestre do ano em que o mundo pode até acabar de acordo com uns malucos que só saberemos se tinham razão no dia seguinte. Mas, pior, pensando bem: ainda não acabou, não? Vocês têm certeza?

Não há binóculo, lupa, periscópio, luneta ou bola de cristal que nos ajude a tirar o cabelo da cara e enxergar o que é exatamente que vem por aí; o que vai acontecer, o que será o que será? Não me refiro a nada em especial, mas ao tudo globalizado e embolado que virou a nossa vida e existência. Não há mais nem pums isolados, disfarçados, escondidos ou espremidos. Eles podem ter sido filmados, fotografados, hackeados, grampeados, crocodilados, feicebucados e tuitados.

Por conta disso, tudo passa muito rápido e não temos mais tempo nem de concluir – uma espécie de ejaculação precoce de vida – os pensamentos, chegar às conclusões, aos “finalmente”. Um fato atropela outro – lá está um corpo estendido no chão e em vez de reza, uma praga de alguém que tropeçou nele porque estava andando e teclando, tudo ao mesmo tempo agora.

Senão, vejamos um balanção das coisas: as primaveras árabes já passaram por várias estações, os gregos estão quase se unindo aos troianos, e a China continua crescendo, mas com arreios nos dentes e os olhos bem abertos. Aqui, vamos ter Copa. E Olimpíadas. Já fizemos uma Rio + 20 que foi menos do que um Rio que passou em nossas vidas, mostrando ser mesmo uma papagaiada tantas reuniões para dar com os burros nágua, inclusive do pequeno ser do Irã que já veio e já foi. Ninguém nem curtiu uma prainha, teve tempo de dar aquela sambada com as cabrochas. As presenças foram menos badaladas que as ausências. O melhor foi ver o povo protestando peladão e os índios parando o trânsito com arco e flecha.

Também porque, vamos e venhamos. que o governador do Rio estava com o fiofó bem recolhido depois de ser mostrado com guardanapo na cabeça dançando o tcham na boquinha da garrafa de vinho lá em Paris. O cabra, de repente, desapareceu do cenário político para ver, inclusive, se ninguém lembrará dele e de convidá-lo a ir até Brasília conversar um pouco sobre uma certa letra grega.

Qualquer retrospectiva dos últimos seis meses desaba – igual aos três prédios que inauguraram as desgraças do ano – em números menores de previsões otimistas e apenas eleitorais. Gritam previsões. Sussurram fracassos. Listam medidas e fazem mais leis do que os coelhos se reproduzem, só que sem explicar como farão para que sejam cumpridas.

No primeiro semestre de 2012, de forma heterodoxa, entre outras, e para quem crê em percentuais, o STJ julgou 20% a mais, o STF decidiu um monte de coisas sobre comportamento, baixando ordem com toga, a moagem de cana recuou 28 %, as queimadas aumentaram 56%. O número de latrocínios em São Paulo aumentou 14%. Eu também achei algo sobre os ovinos no Mato Grosso, mas não sei se interessa, já que de ovelhas bastamos nós.

Nestes seis meses a água correu cachoeira abaixo, lavando e revelando muita cara de pau por aí. Por outro lado, uma parte do Nordeste secou, quase rachando. No Norte, o Rio Negro se rebelou contra seu curso e quase foi assistir à ópera no chique Teatro Amazonas, de Manaus.

Passaram-se 20 anos desde que vestimos amarelo de novo e nossos jovens pintaram a cara para arrancar o Collor de lá. Mas ele voltou e está com cartas e cartaz.

Que mais foi notícia nessa nossa retrospectiva particular? As fotos vazadas da Carolina, duas Barbies de carne e osso que apareceram na Rússia, o dia a dia de assassinatos na Síria, o BBB que já foi, a moça que picotou o marido. Um monte de gente casou, teve filhos; outro tantinho se separa justamente porque os filhos nascerão, e não é de um com o outro.

Lula voltou a falar e a atropelar a língua e a nossa paciência, com suas jogadas de fígado. Depois de fazer de um tratamento um show resolveu brincar de eleger poste. Ficou tão afixado na imagem que até ameaçou sair mordendo canelas, sendo que nem se tocou que para isso vai precisar estar perto do chão. Temo que esse instinto foi liberado depois que abanou o rabo para o Maluf que deitou e rolou, se fingindo é de vivo. Erundina foi, voltou e agora me faz pensar que a Marta, mal ou bem, se manteve mais digna.

Enfim, tudo o que mudou não mudou exatamente, mais parece jogo de espelhos. A arte da política virou truco e troco – você me dá aqui que eu entrego lá, junto com a cabeça de alguém em uma bandeja.

Realmente os dias se passaram muito rápido. E se continuarem assim podemos até querer que acabe em pudim. Mas pode acabar mesmo é no barranco.

São Paulo, onde o impossível se junta com o improvável, 2012Marli Gonçalves é jornalistaComo diz um amigo que faz piadas com tudo e vê longe, com as fusões políticas do jeito que vão indo – Maluf, Haddad, Chalita, Temer – não será mais chapa eleitoral. Será um turco-circuito. Cuidado para não enfiar o dedo na tomada, turma!

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Povo do Rio! Dia 20, todo mundo com guardanapo na cabeça, protestando contra o Cabral. E com a boca bem aberta…

Guardanapo na cabeça

Movimentos sociais organizam protesto contra o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), no próximo dia 20.

 Os manifestantes planejam desfilar em passeata com guardanapo na cabeça.

fonte: coluna CH