#ADEHOJE, #ADODIA – Portas abertas para a PF nas manhãs. Habitués. E o Meirelles no colo de Doria

#ADEHOJE, #ADODIA – Portas abertas para a PF nas manhãs. Habitués. E o Meirelles no colo de Doria

 

Chegaram no Mineirim mais uma vez. Aécio Neves, a irmã, Andréa, Paulinho da “Força” e seu Solidariedade, todos visitados hoje pela manhã pela Polícia Federal, chamada Ross. Desta vez é sobre os acordos – e o dinheiro que circulou voando entre contas na campanha de 2014. Toma lá dá cá, revelado nas delações de executivos da J&F. propinas da ordem de 110 milhões de reais. Meirelles no Governo de SP. Quem sabe agora João Doria, futuro governador de São Paulo consiga chamar a atenção para sua equipe, absolutamente enevoada pela formação do Governo Bolsonaro. É importante mesmo que se veja que também ele, Doria, forma um governo mais para cá, do que para lá, se é que me entendem. Filas para denúncias contra João de Deus. Abadiânia, em Goiás, em pânico, porque orbita em torno do médium há décadas. Ah, e aguarde os próximos temerosos passos do chanceler que botarão no Ministério das Relações Exteriores, Ernesto Araújo. Aliás, esse novo governo terá emoções trepidantes a cada dia…

Atenção, denúncia importante do Partido Solidariedade, sobre vazamentos seletivos. Gastos mal explicados do Ministério Público Federal, sem concorrência. Por essas é que o nosso setor de comunicação institucional está em grave crise

Crculovicioso.gif~c200Paulinho pede a convocação de procurador geral da República

O deputado federal Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força, presidente do Solidariedade, apresentou hoje, na CPI da Petrobras, requerimento de convocação do procurador geral da República, Rodrigo Janot, para que ele esclareça os critérios que está usando para a abertura de inquéritos da Operação Lava Jato.

Paulinho disse que a CPI precisa apurar os vazamentos seletivos de informações, que estariam sendo distribuídos pelas empresas de assessoria de imprensa Oficina da Palavra e InPress, que foram contratadas por R$ 500 mil pelo Ministério Público, sem concorrência.

FONTE:

Mário Serapicos
Assessor de imprensa do SOLIDARIEDADE

ARTIGO – Quando o que a gente quer dizer não tem palavras. Por Marli Gonçalves

blue_bird_singsSimplesmente elas (ainda) não existem. Sempre penso nas palavras, no seu sentido, quando e como dizê-las, embora às vezes, admito, escapem sem querer. Penso no sentido que elas, uma ou outra, deveria ter também, mais variado, rico. Mas há horas que elas não existem, em nenhum idioma, para exprimir o amor e o sentimento que gostaríamos de deixar claro. Nem para o bem, principalmente. Já passou por isso?little_angel

Há horas em que elas não saem. Ficam na garganta. Você quer dizer e não sabe o que. A boca até seca. Queria tanto poder usar o poder das palavras, como nos filmes, nos contos, nas mágicas. Adoraria ter a força do pensamento e a capacidade de dar a elas uma espécie de vida e energia de tal forma que expressariam quase fisicamente o que quero dizer – sei lá, iria até lá e abraçaria mesmo a pessoa, daria mil beijos, sopraria a saudade que tenho, o amor de devoção, o querer bem, tudo o que se mantém calado na alma. Elas viajariam todas as distâncias, chegariam suaves aos ouvidos que seriam o meu alvo. Confortariam. Fariam rir ou ao menos sorrir. Aqueceriam o coração e fariam bem chegando ao corpo e à alma. Até não seriam palavras, mas um sopro trazido e levado pelo vento.

aadogsÀs vezes acho que é por isso que escrevo, os artigos e crônicas, fora do meu habitat e trabalho natural que é o jornalismo, onde as opiniões devem ao menos buscar ser imparciais. Aqui, não. Tento com as palavras, uma atrás da outra, dar vida às emoções e sentimentos que capto, meus, muitos; seus, outros tantos. Poderia fazê-lo oculta em um pseudônimo, que escolheria entre os muitos bem legais e divertidos que já usei. Mas não, mostro a cara. Apanho por isso, mas também ganho respeito e admiração.

Só que há horas em que o que a gente quer dizer não tem palavras, repito. Nem para falar, nem para escrever. Muito menos para telefonar, mandar e-mail, carta ou cartão postal, telefonar, mensagem direta ou indireta, gravação em secretária eletrônica, faixa de rua, panfleto ou pichação no muro. Nada. Não foram inventadas, ou não foram escritas, nem estão em dicionários. Não existem. Sairiam murmúrios tão ininteligíveis como os bebês fazem.babyaq

sm_bluefairyEstou com esse problema de forma muito especial nesse momento, e sem saber como lidar e trabalhar com isso, confusa. Me sentindo deste tamaninho diante de como o mundo pode ser tão cruel com pessoas boas e generosas, afetadas de repente por notícias e diagnósticos que as viram de ponta cabeça, assustadoras, da Natureza, sim, e tão fortes como tsunamis e terremotos. E que nos viram juntos, aflitos que ficamos quando há perspectiva delas se afastarem, nos largarem, nos deixando aqui, desamparados e incapazes de fazer qualquer coisa.angleldropshearts

Todos nós estamos sujeitos a passar por isso. A ficar mudos quando mais precisaríamos falar, influenciar, agir, transformar, protestar, responder. É daí que acredito ser importante falar do quanto é difícil para quem está por perto toda essa loucura que passa quando algo, de alguém, vira parte da gente também. Está dando para compreender?

É mais do que consolar, mais do que buscar ajudar no que pode, mesmo que isso seja o seu próprio respeitoso silêncio, orações de toda sorte, seu próprio sofrimento. Volto a dizer que é indizível.

Sempre ouvi falar que as palavras ditas são como flechas, que uma vez lançadas não têm mais volta porque criam vida e energia, passam a integrar o espaço. Há quem acredite que as acharemos em outras dimensões.

E quando elas são apenas pensamentos, terão esse mesmo poder?Tomara.

São Paulo, daqui, em silêncio, 2014 flutterMarli Gonçalves é jornalista Dedica esse texto a você que está aí, me lendo e chegou até aqui, bem do meu lado. Guerreando que eu sei, embora você não tenha essas palavras para nos dizer.

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E UMAS MÚSICAS QUE TAMBÉM FALAM:

99 e 77. Números dos partidos da Marina e do Paulinho. Aziz foi ver o bicho que dá: vaca e peru

 

farm13Na cabeça

A pedido de Marina Silva, o TSE definiu o número 99 para a Rede Sustentabilidade.

Já 77 será o do Solidariedade, do deputado federal Paulinho Pereira da Silva (PDT-SP).

RunningTurkeyAnimatedNo jogo do bicho, 99 é vaca e 77, peru.

FONTE: COLUNA CONFIDENCIAL, DE AZIZ AHMED, O POVO/RJ

Cid Gomes, o governador (CE) que só dá furos…Vai para o Solidariedade, do Paulinho da Força? Combinam. Lá vem mais trapalhada.

monstres-12Cid Gomes e o Solidariedade

 

Almoço com Paulinho

A turma do PSB no Senado está apostando que Cid Gomes está prestes a arrumar as malas e carregar seus aliados cearenses para se filiarem ao Solidariedade, o esboço de partido capitaneado por Paulinho da Força. O compromisso pode ser fechado na terça-feira, quando Paulinho almoçará com Cid Gomes em Fortaleza.

Por Lauro Jardim

ARTIGO – Tem outro jeito agora? Por Marli Gonçalves

A gente se mata, se irrita, sofre muito, envelhece, pega rugas, se acaba, debate até com as paredes e dá com os burros nágua. Sem conformismo, que não é bem de meu feitio. Mas às vezes temos de nos perguntar: tem outro jeito agora?

Em geral a resposta será não, não tem outro jeito agora. Vamos vivendo. É o que temos para o momento. Relaxa e goza, diria aquela loura que vocês sabem. Sofremos muito por coisas que às vezes funcionam somente como uma maldita culpa, martírio, imolação. Uma culpa que sempre procuramos – temos um masoquista morando dentro de nós, que cria pernas e se apresenta sempre que pode, de preferência já sangrando e com punhais espetados. Não está sempre em nós a solução; não nos foi dada a chave. E o “agora” é tempo. É hoje. Amanhã, daqui a pouco, pode ser diferente.

Mas vamos sentindo tal culpa – atrelo à cultura religiosa que recebemos – que parece buscarmos que ela justifique, como um álibi, aquilo que enfrentamos nem sempre muito galhardamente. Ou pode ser que haja muitos espelhos em nossos caminhos, vidros que espelham nossa própria imagem. Isso acaba por nos voltar para nosso próprio rosto como acusados.

Perdoem-me por filosofar em voz alta. Mas quem sabe não esteja apenas tentando verbalizar um sentimento que no fundo é seu também, e que talvez ocupe os seus pensamentos? Do lado de cá acontece que não tenho tido muito tempo nem ocasião para meditar mais profundamente, buscando apoio em grandes pensadores. Nem faço terapia. Sinto na pele, real, e sobe pra cabeça como dizem os mais simples.

Quem sabe pensar nisso também não o fará resolver alguma coisa? Ou não. Tem outro jeito agora? – pergunte-se. Como eu ficaria feliz se tiver podido ajudar alguém com a minha própria busca de respostas!

Há fases da vida nas quais somos submetidos a pressões quase insuportáveis. Quase insuportáveis. Sempre lembro de um grande e ponderado amigo me dizendo em um momento difícil para que eu mantivesse a calma, que ninguém ganha, nem carrega, uma cruz maior do que si; por isso, carrega a que lhe é dada. Tomba, cai, levanta e vai. É mesmo o que acontece acima de tudo.

Não adianta dar murros em ponta de faca. O que adianta é ter clareza. O famoso assim é se assim lhe parece. Para não ficar indolente diante do que pode ser mudado; mas também não tentar se arremessar contra o que não, não pode ser – como fazemos. Por isso tantas pessoas se endividam, por exemplo. Momentos irresponsáveis para tentar se livrar de uma situação que talvez só o tempo possa resolver criam problemas maiores do que um certa humildade diante dele.

Aprendemos muito percebendo a vida dos outros. Essa semana vimos e nos emocionamos às lágrimas diante de uma mulher paralisada, mas que é quem nos paralisa: Ana Amália Barbosa. Há dez anos sofreu um AVC, continua sem falar, sem mover nem um dedo, sem comer nem mover-se sem muita ajuda e dificuldade. Mas defendeu uma tese, maravilhosa, ajudando, “Além do corpo: uma experiência em Arte/Educação”. E ela ainda ensina com o que aprendeu – estimula crianças que nasceram com paralisia cerebral. Você deve ter visto: ela escreve apenas com leves, quase imperceptíveis movimentos de queixo, olhando as letras projetadas; opera um computador por meio de programas desenhados especialmente para ela pelo Hospital Sarah Kubitscheck, de Brasília.

Tem outro jeito agora? Não. E ela por acaso parou por causa disso? Não. Um exemplo que tenho certeza: quem viu, não esquecerá jamais. Tenho muito orgulho de contar com a mãe de Ana Amália, Ana Mae Barbosa, entre minhas leitoras. A força genética de uma família.

Então, se você se perguntava de onde tirei o tema dessa semana, já descobriu. Foi assim. Foi também olhando no espelho para passar um batonzinho e vendo os cabelinhos brancos pipocando como acontece em momentos de stress e pressão, percebendo marcas que chegam sem que eu possa segurá-las, nem mesmo retirá-las; não agora, digamos assim.

Foi percebendo que não há outro jeito senão encarar os desafios que se impõem, tentando contorná-los da melhor forma possível, e por obrigação, sim, senhor. Tem outro jeito agora? Não. Posso parar? Não. Amanhã será outro dia.

Foi assim. Pensar na vida é muito bom. Mudar e reagir ao que deve ser mudado e ao que a reação poderá fazer melhorar. Para assim continuar.

Garanto: bem mais leve.

São Paulo, perto de completar mais um ano, 2012 Marli Gonçalves é jornalistaMuda o que pode. Tudo o que tiver outro jeito, agora.

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ARTIGO – Os nossos inimigos de tocaia, por Marli Gonçalves

Não sei como conseguem se camuflar tão bem. Infelizmente, porque eu também as encontrei aos montes, e certamente encontrarei ainda. Existem pessoas que dissimulam o tempo inteiro, às vezes por anos e junto a nós, capazes de esconder seus reais sentimentos, planos e emoções. Capazes de apunhalar sem faca amigos e o que e quem estiver à frente. Uma hora se mostram. Penso se haverá uma Justiça andando por aí com sua balança e que se fará nesta ou em outra vida, se esta houver.

Maldade em cima da maldade. Crimes bárbaros, inexplicáveis, ganância, fome de poder, inveja, ciúmes, descontroles sem motivação. Todos os dias a realidade nos choca com casos inacreditáveis, verdadeiramente estúpidos, de crimes e acontecimentos capazes de fazer corar até o Marquês de Sade e toda a literatura de outros autores que também buscaram reconstituir a crueldade e maledicência humana. Sade dizia que escrevia seus horrores planejadamente; criava-os no papel, nas letras, para que ninguém precisasse fazê-las. Um ingênuo.

Mas nem tudo são crimes, e nem sempre são notícia. Às vezes são fatos que vão passando até que um dia tornam-se visíveis a olho nu. Pumba. De uma hora para outra. Igual ao horário de verão que acaba tal dia, tal hora; igual ao mês de fevereiro e ao carnaval que acaba até lá em Salvador; igual à ilusão. Já passei por essas “surpresas” em casamento, amores, trabalho e sei que o baque é pesado.

O que nos afeta mesmo é quando a cortina se abre e mostra que éramos um dos papéis principais do espetáculo que apenas pensávamos assistir. Difícil de superar.

Essa semana soube de um fato desses que, se alguém me contasse antes que ocorreria, não acreditaria nem por um “daqueles”, você sabe, “voador”. O pior é que o tal voador atingiu em cheio um amigo, de quem gosto muito. Até já faz alguns meses o fato, eu é que cheguei atrasada e só soube agora. Tenho a mania de jamais me meter na vida das pessoas porque não suporto que se metam na minha, e às vezes as informações demoram a chegar.

Tratou-se de uma história de convivência próxima, íntima, dentro de casa, com um traidor, e quando digo traidor vejam que não me refiro (apenas) à traição amorosa – quase comum, corriqueira, e que já nem abala mais. Essa traição que eu soube contra meu amigo foi profunda como há muito não via – tipo criador e criatura, mão que balança o berço, dormindo com o inimigo, entre outros títulos de filmes. No caso, também, não dá para usar aquelas justificativas adocicadas de foi o destino, paixão incontrolável, irrefreável, aconteceu, “não deu para evitar”. Pareceu-me apenas um caso de dissimulação galopante de um inimigo frio e calculista, usando armas podres como manipulação de pessoas, corações, e o gosto pelo dinheiro alheio.

Chego até a pensar se não é uma vingança, milimetricamente calculada e construída, envolvendo inclusive a política rasteira desses zinhos que estão aplicando neste país há alguns anos. E pior que, neste caso, posso até estar errada, mas minha intuição diz que no futuro esses elementos serão ainda mais desmascarados. E mais gente deve ficar largada pelo caminho quando o plano do mal se tornar completo. Ouço o chocalho da cascavel.

Falei com o amigo que, muito religioso, me garantiu estar bem, apesar de tudo, e jura acreditar que esta seria apenas mais uma prova divina posta em seu longo caminho. Como já o vi passar poucas e boas não duvido. Mas tudo isso me levou, mais uma vez, a pensar em como é possível que nos enganemos tanto – e por tanto tempo – sobre a real índole de alguém. O que nos deixa cegos? Que mecanismos podemos usar para evitar e, ao mesmo tempo, não nos tornarmos reféns de paranóias?

Só recorrendo ao além. Pedindo todos os dias a proteção divina e a intuição afiada. Ou até mesmo, como disse no início, acreditando firmemente em reencarnação, não a nossa, mas a dos tais inimigos, para que eles em outras vidas passem por maus bocados.

Acho linda essa tese. Mas será que a gente – em outras vidas – foi tão ruim assim que mereceu passar por dissabores como esses?

Vãs filosofias.

São Paulo, 2012, quem somos de verdade?
(*) Marli Gonçalves é jornalista. Ainda me parece mais fácil ser natural. …Quantas coisas não devo ter perdido nessa vida por buscar manter-me ao máximo, e no mínimo, fiel a mim mesma!

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