#ADEHOJE – JEAN WYLLYS, A PRIMEIRA BAIXA. QUEM FESTEJA, PENSA?

 

#ADEHOJE – JEAN WYLLYS, A PRIMEIRA BAIXA. QUEM FESTEJA, PENSA?

 

SÓ UM MINUTO – O deputado federal Jean Wyllys, do PSOL, anunciou que não vai tomar posse para o novo mandato agora no dia 1º de fevereiro por estar sofrendo ameaças. Seu suplente, David Miranda, por sorte também ativista da Causa LGBT, deverá assumir o mandato. É inacreditável que haja gente festejando sua saída, a de um dos deputados mais influentes e justos do Congresso. Wyllys já vinha vivendo há meses com escolta policial, desde o assassinato de Marielle Franco. Quem festeja não percebe que está dando forças às milícias, ao preconceito, à barbárie. Ao mesmo tempo, a loucura está tanta que o presidente Jair Bolsonaro escreveu “Grande Dia” no Twitter ontem e imediatamente foi acusado de estar comemorando a saída do deputado que todos sabem era seu desafeto. Não, ele falava de Davos, onde realmente houve um avanço em seus contatos. Está todo mundo louco? Oba???

Feliz Aniversário, São Paulo. #cidadeàstraças

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Linda Brasilda: o nome da suplente de Roger Pinto

4vrSina

O tresloucado presidente da Bolívia, Evo Morales, não se livra tão cedo do Brasil: chama-se Linda Brasilda a suplente do senador Roger Pinto.

Fonte: Coluna Cláudio Humberto – Diário do Poder

Evangélico e homofóbico. E novo senador, para Dona Marta desfilar por aí de Ministra da Cultura.

FONTE: COLUNA LAURO JARDIM – RADAR – VEJA ONLINE

“Evangélico e homofóbico”

Rodrigues: o que ele irá responder?

Fernando Haddad pode até conseguir uns votos a mais na periferia com o apoio de Marta Suplicy, mas o que o Correio Braziliense revela hoje vai deixar ainda mais crítica a situação de Haddad com os evangélicos de São Paulo.

Marta foi flagrada por um fotógrafo do jornal, ontem à tarde, mostrando à colega Lídice da Mata um e-mail que chamava seu suplente, o evangélico Antônio Carlos Rodrigues (PR-SP), de “evangélico e homofóbico”.

Marta é relatora no Senado do projeto anti-homofobia. Na reportagem, Lídice conta que o e-mail foi enviado a Marta por um grupo defensor dos direitos dos homossexuais que estava preocupado com o fato de Antônio Carlos assumir a relatoria da matéria com a saída de Marta para o Ministério da Cultura.

Segundo Lídice disse ao jornal, Marta pediu a ela que assumisse a relatoria do projeto no lugar do suplente. Pelo visto, a fama de “evangélico e homofóbico” incomodou Marta.

Por Lauro Jardim