#ADEHOJE – AZÁFAMA DE CARNAVAL SE MISTURA COM AS NOTÍCIAS. A IGNORÂNCIA GRASSA, E PARA CIMA DA IMPRENSA

#ADEHOJE – AZÁFAMA DE CARNAVAL SE MISTURA COM AS NOTÍCIAS. A IGNORÂNCIA GRASSA, E PARA CIMA DA IMPRENSA

 

SÓ UM MINUTO – Já dá para sentir no ar aquele frisson que antecede feriados maiores como esse de Carnaval. As notícias passam desapercebidas e isso é um perigo. É nessa época que jabutis sobem em árvores. Aliás, preciso comentar que com 40 anos de jornalismo, vivido inclusive durante a ditadura, nunca vi tanta ignorância. Os caras fazem tudo errado e a culpa e rancor cai em cima de quem? De quem descobre, escreve, registra as falcatruas ou denuncia os absurdos: na imprensa, no mensageiro. Juro, nunca vi nada igual. É assustador. E compensação, finalmente o Ninho do Urubu foi fechado. Mas o presidente do Flamengo continua presidente e solto. E o da Vale, também, presidente e solto.

Sobre uma questão difícil. Como testar, onde testar, em quem testar. Animais? Humanos?

 

  • bth_snoopy-016Ministro quer importar pele sintética para testes

O ministro Marco Antônio Raupp (Ciência e Tecnologia) pediu apoio da Frente Parlamentar em Defesa dos Animais para derrubar lei que proíbe a importação de produtos com origem humana, como a pele sintética, que poderia ser usada como método alternativo para teste de cosméticos. Segundo o presidente da frente, Ricardo Izar, em troca, o ministro baixaria portaria impedindo uso de animais nessas pesquisas.

O ministro Raupp disse aos deputados que é preciso adequar a lei para dar condições às empresas de fazer testes alternativos.

De acordo com Ricardo Izar, apenas 5% das empresas cosméticas usam animais, o que dificulta as demais de exportar seus produtos.

FONTE: COLUNA CLAUDIO HUMBERTO – DIÁRIO DO PODERlove4

Prefiro não comentar… Da Folha de SP de hoje. Andam caindo uns mitos…

Na meia-idade, quem usou maconha tem cérebro até melhor

Resultado vem de comparação com quem nunca usou droga, em pesquisa britânica

DA REUTERS

 

Um levantamento feito com 9.000 britânicos sugere, ao menos em princípio, que o uso de drogas como a maconha não necessariamente se reflete em capacidades mentais piores quando a pessoa chega à meia-idade.

Aliás, dependendo de como se faz a análise estatística dos dados, o raciocínio de quem usou ou usa maconha se mostra ligeiramente mais afiado do que o de quem nunca experimentou a droga.

A pesquisa, publicada no “American Journal of Epidemiology”, recolheu dados sobre o uso de drogas quando as pessoas tinham 42 anos e, quando elas completaram 50 anos, testou suas capacidades cognitivas.

O dado vale também para quem usava outras drogas ilícitas, embora a maioria dos membros desse grupo seja de usuários de Cannabis.

Os pesquisadores, no entanto, dizem que o fato provavelmente não vale para usuários pesados da droga.