A “elegante” Oscar Freire hoje amanheceu diferente. A UGT ocupou para se manifestar contra o trabalho escravo nas confecções

Carros da central sindical UGT – União Geral dos Trabalhadores – ocuparam desde cedo todas as imediações da Rua Oscar Freire, em São Paulo.

Carros e sindicalistas.

A polícia não parecia a mais bem humorada que já vi e os seguranças particulares pareciam, por sua vez, bem  “alertas”.

Aqui e ali, sindicalistas vestidos com camisetas da Central ugt  e do Sindicato dos Comerciários passavam, ainda com as bandeiras enroladas.

Fotografei uns takes. Não deu para parar, porque eu preciso ganhar a vida – esse lindo espaço aqui não dá me dá dimdim para pagar contas…( ainda! oxalá mude!)

Espero que gostem. Pelo menos ficam sabendo da manifestação que, tudo bem, tudo bom, mas OCÊIS NÃO ACHAM QUE DEVIA SER FEITO LÁ PROS LADOS DO BOM RETIRO E BARRA FUNDA ONDE ESTÃO OS EXPLORADOS? BOLIVIANOS, COREANOS…

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Ih! Vai ter barraquinho armado amanhã na Oscar Freire. Contra trabalho escravo.

MANIFESTAÇÃO NA OSCAR FREIRE QUER CHAMAR A A TENÇÃO CONTRA O TRABALHO ANÁLOGO À ESCRAVIDÃO NAS CONFECÇÕES

Em repúdio ao trabalho escravo que ocorre na maioria das empresas do varejo da moda, o Sindicato dos Comerciários de São Paulo fará mobilização na Rua Oscar Freire, considerada o glamour da moda, AMANHÃ, SEXTA, 26, das 11h às 13h.

 As roupas que recebem as etiquetas das grifes Zara, Gregory, Brooksfield, Billabong, Tyrol, Ecko e Cobra d´Água são confeccionadas em condições desumanas: feitas em locais insalubres, com iluminação precária, sem ventilação, falta de segurança e de higiene, além da alimentação ser realizada em péssimas condições e o mesmo local de trabalho também servir de moradia, entre outros absurdos. 

 São Paulo é foco dessas fábricas irregulares que usam mão de obra barata e exploram o trabalho degradante, no qual  o lucro impera no alto preço cobrado pelas marcas. Do outro lado dessa cadeia produtiva mas ‘nada sustentável’ está o comerciário, que muitas vezes não tem seus direitos respeitados, além de trabalhar em jornadas excessivas.

 “Vamos juntos trocar a passarela da indignação do trabalho pela passarela do ‘trabalho decente e da justiça social’ para que o trabalhador tenha condições dignas conforme as leis trabalhistas”, afirma Ricardo Patah, presidente do Sindicato dos Comerciários de São Paulo.

 O ato além do Sindicato também terá a participação da central sindical União Geral dos Trabalhadores – UGT, da Confederação Sindical Internacional – CSI e da Confederação Sindical dos Trabalhadores das Américas – CSA.

 ( fonte Assessoria de Imprensa – sindicato dos Comerciários)