Rudá, que delícia esse Cristo, hein? Sunga faz sucesso. Do UOL

Atleta do polo lança sunga com Cristo no bumbum e diz: ‘faz sucesso’

Daniel Brito e Fábio Aleixo
FONTE – Do UOL, em Brasília e São Paulo

  • Reprodução Instagram

O jogador da seleção brasileira de polo aquático Rudá Franco, 25, postou em seu perfil no Instagram uma foto de uma sunga personalizada para utilizar nos treinamentos. A foto inusitada mostra ele e seu companheiro de equipe, Adrià Delgado, de costas, com os detalhes do design no bumbum.

Ela é predominantemente amarela, com destaque para o nome “Brasil” de borda verde com um fundo branco, o número da touca que utilizam quando defendem a seleção brasileira, os nomes dos perfis de cada um no Instagram e, o mais marcante, a imagem do Cristo Redentor de braços abertos ao centro, como se estivesse separando as duas nádegas.

“A gente pediu para uma fabricante de sungas lá do Peru para fazer para gente. Está fazendo sucesso, estamos pensando em colocar para vender”, contou Rudá ao UOL Esporte.

Adrià, que é espanhol, mas filho de brasileiros, pediu dois exemplares. Em uma delas, há a bandeira do Espanyol, equipe de futebol da Catalunha, do qual é torcedor.

O design foi feito, contou Rudá, pelo pessoal da fábrica peruana. “Havia outras opções de desenhos, a cor amarela é marcante, muito legal. Só o Cristo que ficou ali centralizado, foi a primeira coisa que falei quando peguei a sunga”, disse o atleta, que defendeu o Sesi no Troféu Brasil de polo, vice-campeão nacional.

“Não vamos usar nos treinos da seleção brasileira em competições oficiais da Fina ou tipo o Pan de Toronto”, explicou, citando a Federação Internacional de Natação, que rege o polo aquático internacional.

Em campeonatos oficiais, todos os jogadores da seleção têm que vestir o material do fornecedor oficial da CBDA (Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos), que, no caso do polo, é a Speedo.

A CBDA já avisou que a sunga que a seleção usará não terá tantos decalques como a de Adrià e Rudá. Terá apenas uma cor e o nome “Brasil” em destaque.

Mas outros países já ousaram nas sungas de atletas. Nos Jogos Asiáticos de 2010, A seleção de Cingapura, por exemplo, foi motivo de chacota por utilizar os símbolos da bandeira nacional, como a lua crescente e as estrelas na parte da frente da sunga. As autoridades do país criticaram o design, citando-o como “inapropriado” e pediram que houvesse respeito à bandeira nacional.

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Vejam que interessante. Patrick, o robô, diz se está doendo exame de toque feito por médicos em treinamento. Do UOL

medical_36Boneco ajuda médicos a treinar exame de toque (e diz se está doendo)

FONTE: Eduardo Schiavoni
Do UOL, em Americana (SP)
  • O boneco Patrick ajuda futuros médicos a aprender a fazer exame de toque e dá o retorno para o médico falando sobre seus medos e doresO boneco Patrick ajuda futuros médicos a aprender a fazer exame de toque e dá o retorno para o médico falando sobre seus medos e dores

Um novo boneco, inventado nos Estados Unidos, está ensinando futuros médicos a fazer exame de toque na prática. Chamado de Patrick, o manequim pode ser utilizado para que as aulas sejam mais realistas, sem precisar usar pacientes. O exame é indicado para o diagnóstico de câncer de próstata.

Entre os diferenciais do boneco Patrick está a fala: ele é capaz de conversar com o aluno, demonstrando suas emoções, dores e reagindo a eventuais falhas no exame. As universidades de Drexel e da Flórida, ambas nos Estados Unidos, já começaram a utilizar o manequim e, se forem bem-sucedidas, o boneco pode se tornar obrigatório na formação de médicos em universidades norte-americanas. Ele pode ser programado para avaliar aspectos como a intensidade do toque e informar se o profissional foi muito invasivo ou agressivo.

Patrick foi desenvolvido simulando um homem de costas, em posição para receber o exame de toque. Ele é equipado com um software que permite que ele fale com o estudante de medicina, oferecendo um feedback em tempo real sobre o exame. “Este paciente humano virtual pode conversar com o aluno, expressa medos e preocupações sobre o exame de próstata e apresenta um encontro realista com o paciente”, afirmou Benjamin Lok, responsável pela implantação do projeto, ao ser questionado sobre o boneco durante um congresso nos Estados Unidos.

De acordo com o professor Antônio Pazin Filho, que coordena um laboratório na USP (Universidade de São Paulo) em Ribeirão Preto onde os estudantes avaliam manequins programados para simular uma série de problemas médicos, entre eles de próstata, o uso de simuladores de alta tecnologia representa o futuro da medicina.

“Muitas turmas de medicina têm 60, 80 alunos. Esses estudantes precisam saber como atender as mais diversas ocorrências antes de deixarem a faculdade. O exame de próstata, por exemplo, é altamente invasivo, não tenho como repetir o toque com todos na turma. E os pacientes que chegam com esse problema para os residentes não são suficientes para que todos tenham chance de diagnosticar. Por isso a simulação é essencial”, conta.

Lok ressalta que, com o boneco, a qualidade do procedimento realizado pelos estudantes pode ser medida. “Como é que um estudante de medicina pode saber se está fazendo um bom exame de próstata? Atualmente é impossível para o educador para medir o desempenho. Esta simulação fornece desempenho, feedback e uma oportunidade para aprender sem a mesma ansiedade que um exame em paciente real”, disse.

Humanização

Além de capacitar tecnicamente os futuros médicos, Patrick também é usado pelos professores para preparar emocionalmente os alunos. “A utilização dos manequins permite observar o aluno em uma situação muito similar ao que se encontra nos centros médicos. E a reação dos alunos pode ser observada, e eventualmente corrigida, de forma que ele chegue mais preparado para atender seus pacientes reais, quando terminar a faculdade”, informa Panzin.

Ainda segundo Pazin, a utilização de simuladores permite uma aprendizagem aos futuros profissionais da saúde, melhorando a técnica nos atendimentos a pacientes reais. “Nas aulas com giz e saliva, o índice de aprendizado e retenção raramente supera os 10%. Em procedimentos de simulação, esse percentual chega a 80%”, salienta.

Brasil

Embora o Brasil também conte universidades que utilizam manequins para simular o atendimento, nenhuma delas possui, até o momento, um simulador como Patrick. A Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto, entretanto, inaugurou, em abril, um laboratório exclusivo onde os estudantes podem treinar com manequins, inclusive há um boneco para simular o exame de próstata como faz Patrick, mas ele não fala.

A sextanista do curso de medicina Camila Longo, 25, já realizou procedimentos envolvendo diagnóstico do câncer de próstata na USP de Ribeirão e acredita que, graças ao treinamento no manequim, está mais preparada para os pacientes da vida real. “Um atendimento bem feito pode ser o diferencial na vida das pessoas, e hoje me sinto mais preparada para atuar de forma rápida do que antes de fazer as simulações. Treinar com os manequins dá mais segurança e confiança”, afirma.

Superlua, Equinócio, eclipse – mas estamos no…Brasil. Sexta-feira bem especial.

Sexta-feira será marcada por evento triplo: equinócio, eclipse e superlua

FONTE – Do UOL, em São Paulo
  • Australian Antarctic Division/Reuters

    Eclipse solar visto da Estação Casey, em Vincennes Bay, na Antártida, em 2014

    Eclipse solar visto da Estação Casey, em Vincennes Bay, na Antártida, em 2014

Para os apaixonados em fenômenos celestes, esta sexta-feira (20) será cheia de eventos. Além do equinócio, quando o Sol cruza diretamente a Linha do Equador e a noite e o dia têm exatamente a mesma duração (12 horas), a data terá um raro eclipse total do Sol, o único do ano, e uma superlua.

O equinócio, que marca o início do outono no hemisfério Sul e da primavera, no Norte, ocorrerá oficialmente às 22h45 GMT (19h45 de Brasília).

A boa notícia para os admiradores dos astros, porém, vem acompanhada por outras desanimadoras.

Somente quem estiver em regiões remotas do hemisfério Norte, como Groenlândia, e do oceano Ártico poderá ver o eclipse total do Sol. Um eclipse parcial será visto da Europa e de áreas do norte da África e Ásia.

Já a superlua, que poderá ser vista em diversas regiões do globo, não será tão impactante. A data coincide com o início da lua nova, e o fenômeno é mais fácil de ser observado quando há lua cheia. Mas no dia 29 de agosto deve ocorrer uma superlua cheia, então aguarde.

Para quem vive no hemisfério Norte e quiser tentar observar o Sol – ou uma pontinha dele – sumindo por trás da Lua, o eclipse começa às 7h41 GMT (hora de Greenwich, na Inglaterra; 4h41 em Brasília), atinge o seu pico às 9h45 GMT (6h45 em Brasília) e termina por volta das 11h50 GMT (8h50 em Brasília). Nas ilhas Faroé, que ficam entre a Islândia e a Noruega, o evento terá a sua maior duração, com cobertura total do Sol pela Lua de 2 minutos e 4 segundos

Entenda

O eclipse total ocorre quando a Lua se interpõe entre a Terra e o Sol, lançando uma sombra lunar sobre a superfície da Terra. O evento é raro, porque ocorre uma vez a cada três séculos para cada localização geográfica.

Já a superlua acontece quando a Lua alcança o perigeu, ponto em que ela fica mais próxima da Terra devido a sua órbita elíptica, e, por isso, parece muito maior.

DO UOL. GENTE, atenção: o Abilio não comprou o tal posto de gasolina não! De onde tiraram a ideia

1oilrig2Home-page: Abilio Diniz não comprou posto de gasolina em São Paulo

O UOL errou ao reproduzir na sua página inicial, na última quarta-feira, informação publicada pelo site Glamurama que afirmava que o empresário Abilio Diniz havia comprado um posto de gasolina nas imediações de sua casa, em São Paulo, por estar insatisfeito pelo ruído causado pelo estabelecimento.

A notícia é falsa: segundo a assessoria de Diniz, o empresário não fez a transação.oilrig1

Vigi… se a moda pega…Maconhômetro?Cannabis Verdict vê. E a coisa fica de 24 a 96 horas no organismo

MARIJUAPor ‘segurança’ de usuários, empresa na França lança ‘maconhômetro’

FONTE: uol/BBC

Daniela Fernandes

MARI SOLO Cannabis Verdict está sendo vendido em tabacarias francesas por 3,50 euros (cerca de R$ 11)

Uma empresa francesa lançou um teste de urina para medir a presença de maconha no organismo, que está sendo vendido em tabacarias em todo o país e também distribuído em algumas escolas por profissionais da área de saúde.

Segundo Marc Elie, proprietário da Elicole, que desenvolveu o Cannabis Verdict, o teste de detecção da maconha é uma novidade mundial.

O teste tem usos variados: permite que usuários motoristas possam verificar se há resíduos da droga no corpo, mas também pode ser usado por escolas ou empresas para saber se um aluno ou um funcionário consumiram maconha. O consumo da droga é proibido no país.

O produto foi lançado recentemente no Canadá e deverá chegar em breve ao Estados Unidos, onde já recebeu as autorizações necessárias para a venda. Ele também deverá ser distribuído em países da América do Sul, disse Elie à BBC Brasil.
O Cannabis Verdict é um teste de urina e o resultado demora no máximo 15 minutos para ser revelado. O preço é de 3,50 euros (cerca de R$ 11).

O kit inclui ainda um livro de 24 páginas, com informações sobre riscos à saúde e a legislação internacional em relação ao uso de drogas.

Na França, 100 mil testes de maconha já foram vendidos desde o lançamento, em fevereiro. Cerca de 7 mil tabacarias em todo o país vendem o produto atualmente, segundo o proprietário da Elicole.

“Estamos trabalhando também com a rede de ensino. Enfermeiras de colégios e liceus franceses utilizam o teste como uma ferramenta de prevenção”, afirma.

O Cannabis Verdict é destinado aos fumantes esporádicos de maconha, estimados em 4 milhões de pessoas na França, de acordo com o Observatório Francês de Drogas e Toxicomanias.

Isso porque resíduos de THC (tetrahidrocanabinol, a substância ativa da maconha) podem permanecer de 24 a 96 horas no organismo do fumante, diz Elie. Ou seja, o resultado de um consumidor regular será sempre positivo.

Motoristas

O teste de maconha visa principalmente a segurança nas estradas. O objetivo é saber rapidamente se há resíduos de THC no organismo, para o caso de um eventual controle policial.

“Uma pessoa pode dar apenas dois tragos em um baseado e ter resíduos de THC no organismo durante quatro dias. Diferentemente do álcool, em que há um limite autorizado, no caso da maconha basta que o resultado seja positivo para ter implicações judiciais”, afirma Elie.
“É uma maneira de se autocontrolar e também se responsabilizar em relação ao consumo da maconha”, afirmou à BBC Brasil.

Na embalagem do Cannabis Verdict está escrita a frase “a sua vida é preciosa. Faça o teste antes de pegar o volante”.

Na França, um motorista com resíduos de THC no sangue perde seis pontos na carteira, sofre multa de € 4,5 mil (quase R$ 14 mil) e pode ser condenado a dois anos de prisão. Isso quando não há acidente. Se houver, a pena é de dez anos de prisão.

O teste de maconha também visa profissionais que exercem atividades de risco, como pessoas que trabalham em alturas e motoristas de caminhão, por exemplo.

Na França, uma empresa tem o direito de fazer regularmente testes de controle, como o bafômetro, em trabalhadores que exercem funções com risco de acidentes.

De acordo com a missão interministerial Contra as Drogas e Comportamentos de Adição, do governo francês, 20% dos trabalhadores do país utilizam psicotrópicos (que agem no sistema nervoso central), como álcool, maconha, cocaína e outras substâncias, incluindo medicamentos, como antidepressivos.

A Elicole, que desenvolveu o Cannabis Verdict (fabricado por um laboratório alemão), atua na área de prevenção contra as drogas por meio de palestras e cursos em grandes empresas e escolas francesas.

Elie, seu fundador, cumpriu, há 20 anos, pena de prisão por tráfico de drogas. “Fui ajudado por um procurador que havia atuado em casos internacionais, como o do traficante Pablo Escobar”, conta.

Ele responde a críticos que dizem que o produto poderia facilitar ou mesmo incitar o consumo, dizendo que “pelo contrário, o objetivo é conscientizar as pessoas para não ter comportamento de risco no volante nem no trabalho e lançar debates a respeito”.

Tradutor: Em Paris

Já viu um abraço de urso? Esses dois não se viam há três anos.

DO UOL: Os ursos polares Liberdade e Viktor se abraçam no zoológico Ouwehands, em Rhenen, na Holanda, depois de passarem três anos separados.

Liberdade vivia com os filhotes e Viktor, só, para impedi-lo de ferir os pequenos ursos