Brincos “Fora Temer”. Ah, a marca já está reclamando que fazem cópias…

BRINCOS GIGANTES FORA TEMER

FONTE: ASSESSORIA DE IMPRENSA DA MARCA

A marca Ken-gá, que já é conhecida pelos mais antenados do mundo da moda e da música, vem causando furor por conta de seus Maxi Brincos.  A linha de acessórios que conta com Brincos e Glass Chains que trazem palavras como Sapatão, Gorda, Travesti, Vyado, entre outras, busca o ressignificado dessas palavras trazendo orgulho ao usá-las em forma de belos brincos dourados.

Essa linha não estaria completa sem o seu maior sucesso, os brincos FORA TEMER, que carregam um protesto legítimo e andam ganhando repercussão ao estarem fazendo de orelhas famosas, orelhas políticas. A cantora Valesca Popozuda parou a internet ao usar a peça em protesto pela defesa da Amazônia. A cantora Liniker usou o brinco ao protestar pelo absurdo que é a cura gay. E para lacrar de vez, a cantora baiana Pitty esteve com os brincos em rede nacional durante o programa Saia Justa (GNT), na qual é uma das apresentadoras.

Valesca Popozuda

As peças estão causando tanta comoção que as donas da Ken-gá já foram surpreendidas por cópias pelo Brasil a fora.

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Recebi da Agência Saúde. Sobre suicídio. Importante falarmos sobre isso

SETEMBRO AMARELO

(ÍNTEGRA DO MATERIAL DA AGÊNCIA SAÚDE)

Taxa de suicídio é maior em idosos com mais de 70 anos

Dados inéditos do Ministério da Saúde apontam ainda que suicídio é a quarta causa de morte entre jovens. Diagnóstico orientará qualificação e expansão da rede de atenção à saúde mental

Em alusão ao setembro amarelo, mês de conscientização sobre a importância da prevenção do suicídio, o Ministério da Saúde divulga, nesta quinta-feira (21/9), o primeiro Boletim Epidemiológico de Tentativas e Óbitos por Suicídio no Brasil. Um dos alertas é a alta taxa de suicídio entre idosos com mais de 70 anos. Nessa faixa etária, foram registradas média de 8,9 mortes por 100 mil nos últimos seis anos. A média nacional é 5,5 por 100 mil. Também chamam atenção o alto índice entre jovens, principalmente homens, e indígenas. O diagnóstico inédito vai orientar a expansão e qualificação da assistência em saúde mental no país.

Confira a apresentação dos dados divulgados hoje pelo Ministério da Saúde

Conheça a cartilha com dicas para jornalistas de como abordar o tema

Conheça a cartilha com dicas para profissionais de saúde e população de como identificar sinais de alerta em pessoas que estão pensando em suicídio

O Ministério da Saúde, com base nos dados do boletim, lança uma agenda estratégica para atingir meta da Organização Mundial da Saúde (OMS) de redução de 10% dos óbitos por suicídio até 2020. Entre as ações, destacam-se a capacitação de profissionais, orientação para a população e jornalistas, a expansão da rede de assistência em saúde mental nas áreas de maior risco e o monitoramento anual dos casos no país e a criação de um Plano Nacional de Prevenção do Suicídio. Desde 2011, a notificação de tentativas e óbitos é obrigatória no país em até 24h.

“Temos o compromisso de reforçar agora toda nossa rede de atenção psicossocial junto aos gestores locais, visando fortalecer e ampliar a assistência a todos os indivíduos que necessitam de atenção e cuidado neste momento”, afirmou o Secretário de Vigilância em Saúde, Adeilson Cavalcante.

O diagnóstico registrou entre 2011 e 2016, 62.804 mortes por suicídio, a maioria (62%) por enforcamento. Os homens concretizaram o ato mais do que as mulheres, correspondendo a 79% do total de óbitos registrados.

Os solteiros, viúvos e divorciados, foram os que mais morreram por suicídio (60,4%). Na comparação entre raça/cor, a maior incidência é na população indígena. A taxa de mortalidade entre os índios é quase três vezes maior (15,2) do que o registrado entre os brancos (5,9) e negros (4,7). “A reúne esforços entre as áreas de vigilância e assistência em saúde com programas de prevenção e cuidado da saúde mental para diminuir a mortalidade por suicídio”, ressaltou Quirino Cordeiro Junior, coordenador geral de Saúde Mental, álcool e outras drogas do Ministério da Saúde.

Entre os jovens de 15 a 29 anos, o suicídio é maior entre os homens, cuja taxa é de 9 mortes por 100 mil habitantes. Entre as mulheres, o índice é quase quatro vezes menor (2,4 por 100 mil). Na população indígena, a faixa etária de 10 a 19 anos concentra 44,8% dos óbitos. “A notificação de casos é muito importante para que consigamos visualizar onde se encontram as regiões com maiores indicadores e reunir esforços para diminuir as taxas de suicídio. Já trabalhamos com ações de prevenção nos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) que, em breve, devem chegar nas áreas de maior incidência”, enfatizou Maria de Fátima Marinho, Diretora do Departamento de Doenças e Agravos Não-Transmissíveis do Ministério da Saúde.

O documento apresenta ainda que, entre os anos de 2011 e 2016, ocorreram 48.204 tentativas de suicídio. Ao contrário da mortalidade, foram as mulheres que atentaram mais contra própria vida, 69% do total registrado. Entre elas, 1/3 fez isso mais de uma vez. Por raça/cor, a população branca (53,2%) registrou maior taxa. Do total de tentativas no sexo masculino, 31,1% tinham entre 20 e 29 anos. Além disso, 58% dos homens e mulheres que tentaram suicídio utilizaram substâncias que provocaram envenenamento ou intoxicação.

Entre os fatores de risco para o suicídio estão transtornos mentais, como depressão, alcoolismo, esquizofrenia; questões sociodemográficas, como isolamento social; psicológicos, como perdas recentes; e condições clínicas incapacitantes, como lesões desfigurantes, dor crônica, neoplasias malignas. No entanto, tais aspectos não podem ser considerados de forma isolada e cada caso deve ser tratado no Sistema Único de Saúde conforme um projeto terapêutico individual.

ASSISTÊNCIA É FATOR DE PROTEÇÃO – Os serviços de assistência psicossocial tem papel fundamental na prevenção do suicídio. O Boletim apontou que nos locais onde existem Centros de Apoio Psicossocial (CAPS), uma iniciativa do SUS, o risco de suicídio reduz em até 14%. Existem no país, 2.463 CAPS e, no último ano, foram habilitadas 146 unidades, com custeio anual de R$ 69,5 milhões do Ministério da Saúde. Por isso, a agenda estratégia prevê a expansão dessas unidades nas regiões de maior risco.

Outro ponto para ampliar o atendimento é a parceria com o Centro de Valorização da Vida (CVV). O Ministério da Saúde tornou gratuito a ligação para a instituição que faz o apoio emocional por para prevenção de suicídios. A partir do dia 30/09, além do Rio do Grande do Sul, o 188 ficará disponível sem custo de ligação para mais oito estados: MS, SC, PI, RR, AC, AP, RO e RJ. A expansão beneficiará 21% da população brasileira. Para se ter ideia do impacto da medida, no Rio Grande do Sul, onde já funciona desde setembro, número de atendimento aumento em treze vezes: de 4.500 ligações em setembro de 2015 para 58.800 em agosto deste ano. Além disso, a entidade também presta assistência pessoalmente, via e-mail ou chat. A representante do CVV, Leila Herédia, ressalta a importância da gratuidade das ligações para o aumento dos atendimentos. “O custo das ligações era um fator impeditivo na hora das pessoas procurarem ajuda. No momento de angústia, as pessoas querem ser ouvidas, querem conversar. A medida vai facilitar o acesso da população aos serviços do CVV”, afirmou.

Também está previsto materiais de orientação para ampliar a comunicação social e qualificar a informação aos jornalistas, profissionais de saúde e a população. Por isso, o Ministério lançou um folheto informativo para os jornalistas, com sugestões sobre como abordar o tema. Para a população, foi feito um folder com foco na identificação de sinais de alerta, como o que fazer e o que não fazer diante de uma pessoa com risco de suicídio. Já para profissionais de saúde, foi feito documento sobre a importância da notificação compulsória da tentativa de suicídio em até 24h e que traz informações técnicas sobre acolhimento na rede do SUS. Todos os documentos estão disponíveis para download no Portal da Saúde (www.saude.gov.br).

Já para a Educação Permanente dos profissionais de saúde na prevenção do suicídio, o Ministério da Saúde oferta, em parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), um curso à distância sobre Crise e Urgência em Saúde Mental. Desde 2014, já foram capacitados 1.994 profissionais. A próxima turma, prevista para 2018, capacitará outros 1.500 profissionais da RAPS, com capítulo sobre suicídio. Outra capacitação prevista é a Oficina Nacional de Qualificação das Ações de prevenção suicídio entre povos indígenas, que será realizada em novembro. Também para os índios, ainda nesta ano, haverá a implantação das linhas de cuidados de prevenção do suicídio com capacitações em 16 DSEI prioritários e formação de jovens indígenas multiplicadores em estratégias de valorização da vida nas regiões com maior incidência de suicídio.

FONTE:  da Agência Saúde

Para o que eles se armam. Contra nós. Câmara vira uma coisa encastelada, fortaleza

A Câmara dos Deputados não precisou de licitação para comprar mais de 1.200 itens de munição de “menor potencial ofensivo” para fazer sua segurança. Foram centenas de balas de borracha, granadas de gás lacrimogêneo e granadas de luz e som para municiar os seguranças do Congresso contra manifestações mais agressivas ou invasões como as de índios, sem-terras, policiais etc. Toda a munição custará R$ 289 mil.
A Câmara já havia comprado em abril as armas em que serão usadas a munição não-letal adquirida agora.
Foram adquiridas 454 armas de gás de espuma de pimenta e lacrimogêneo por R$136 mil. Tudo também sem licitação.

ATENÇÃO. É HOJE. IMPORTANTÍSSIMO. TEATRO ACESSÍVEL, TOTALMENTE ACESSÍVEL. ISSO É INCLUSÃO

ajude a divulgar essa coisa boa para todos!

conto com vocês

Descrição do convite:

Convite para as atividades do dia 19 de Setembro, em comemoração do Dia Nacional do Teatro Acessível. O texto está por cima de um fundo preto, com uma imagem na parte inferior, e cortinas vermelhas no lado esquerdo e direito. A imagem na parte inferior mostra dois atores e uma atriz do grupo “Os Inclusos e os Sisos – Teatro de Mobilização pela Diversidade” atuando no palco. À frente deles, intérprete de Libras com a camiseta amarela do projeto “2ª Mostra de Teatro Acessível”.

No topo, pode-se ver letras em branco dizendo:

“Escola de Gente, Prefeitura de São Paulo, Secretaria de Estado de Cultura e White Martins convidam” abaixo deste texto tem o logo do Teatro Acessível, seguido de “Dia Nacional do Teatro Acessível”. Logo abaixo, um retângulo contendo dia, horário e endereço:

“19 de setembro – terça-feira – às 16h

Teatro Cacilda Becker

Rua Tito, 295 – Vila Romana

 

Abaixo disso, texto em branco dizendo:

Espetáculo da Escola de Gente premiado na ONU, com o grupo “Os Inclusos e os Sisos – Teatro de Mobilização pela Diversidade”

Painel “Arte, Prazer e Direitos”.

Logo abaixo, em letras laranjas e em itálico: “Este evento é gratuito e conta com oito recursos de acessibilidade, o que permite a participação de todas as pessoas – com e sem deficiência.”

Abaixo dos textos e da imagem de fundo, uma faixa branca contendo os logos dos responsáveis, na seguinte ordem:

“Uma campanha: Escola de Gente – Comunicação em Inclusão, MRS Logística, Oi, Oi Futuro, White Martins – Praxair, ANPR – Associação Nacional dos Procuradores da República, FPJ – Fundação Pedro Jorge.

Realização: Prefeitura de São Paulo – Pessoa com Deficiência Cultura, Apaa – Associação Paulista dos Amigos da Arte, ACGE – Assessoria de Cultura para Gêneros e Etnias, Governo do Estado São Paulo – Secretaria da Cultura.”

 

Mais uma agência do BB fechada. Na avenida Paulista, desta vez

fonte: diário do poder

Bye, bye, grana

Coisas estranhas acontecem no Banco do Brasil. A partir de 1º de outubro, fechará sua agência Estilo na exclusiva Avenida Paulista, em São Paulo. Simplesmente o maior centro financeiro do hemisfério sul.