Nota oficial da Associação Comercial de São Paulo sobre o inexplicável fim do Jornal Diário do Comércio. Sim, fim, porque digital é bem outra coisa.

Posted in Uncategorized with tags , , , , , , , , on 31 de outubro de 2014 by Marli Gonçalves

papersNEWSDOG LENDO E SE COÇANDODiário do Comércio passa a ser exclusivamente digital

O Diário do Comércio, da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), entra, a partir de agora, numa nova etapa de transformação. A partir de novembro deixará de ser impresso e passará a ser publicado numa moderna e ampla plataforma digital.
Com a internet, o jornal ganhará agilidade, podendo reformular suas edições em poucos minutos, adequando-se à velocidade exigida por um mundo cada vez mais dinâmico.
Para essa reformulação, a equipe de jornalistas será reestruturada. Segundo o presidente da Associação Comercial de São Paulo, Rogério Amato, o jornal também se desloca para um novo foco do noticiário, agora baseado no empreendedorismo e em temas de interesse do micro, pequeno e médio empreendedor. “Somos gratos pelo empenho de todos que produziram o Diário do Comércio em sua versão impressa. Sabemos que no setor da mídia o objetivo prioritário é o de satisfazer os leitores. E todos nós teremos a partir de agora um Diário do Comércio com muito mais recursos.”
A nova plataforma poderá ser acessada por computador, tablet ou smartphone. E, ao lado de textos, fotos e gráficos, também disponibilizará vídeos. Toda a equipe de colunistas será mantida.
Segue abaixo o comunicado enviado nesta sexta-feira aos colaboradores, diretores, conselheiros, associados, clientes e fornecedores da Associação Comercial de São Paulo, bem como aos anunciantes e leitores do Diário do Comércio:
O Diário do Comércio, que circula desde 1924 e incorporou ao longo das décadas todas as inovações permitidas pelo bom jornalismo, entra agora numa nova etapa. A partir de novembro, deixará de ser impresso e passará a ser publicado numa moderna e ampla plataforma digital.
Não é apenas uma migração para a internet. O novo formato permite a tradução do noticiário em vídeos, a postagem mais dinâmica de gráficos e fotografias, e a atualização mais rápida do noticiário. Teremos, com isso, uma ferramenta que possibilita o diálogo, que identifica os segmentos do leitor, que detecta suas reivindicações e angústias, conquistas e motivos de comemorações.
Além disso, a mudança para a esfera digital decorre de uma efetiva necessidade de adaptação do nosso jornal às novas exigências do mercado de comunicação. Inúmeros títulos importantes da mídia nacional e internacional optaram por edições exclusivamente online. A continuidade da versão impressa do Diário do Comércio estava ameaçada por anos de operação com resultados negativos, o que determinou a atual decisão.
Estamos reformulando a equipe de profissionais para o novo projeto. Somos gratos, ao mesmo tempo, àqueles que se empenharam para engrandecer o jornal impresso que deixará de circular.

Em termos de conteúdo, valorizaremos na versão online o empreendedorismo e temas de interesse do micro, pequeno e médio empreendedor. Tenho a certeza de estarmos criando as condições para a construção de um perfil de dimensões e detalhamento inédito sobre o empreendedor brasileiro.
Por meio do computador, do tablet e do celular, todos nós continuaremos também a ter acesso aos textos de nossa ampla equipe de colunistas, que faz e continuará a fazer parte de nossa personalidade editorial.
Dentro desse processo de modernização eletrônica, troca de experiências, compartilhamento de conhecimento e humanização das nossas relações internas e externas, a nova etapa em que ingressa o Diário do Comércio vem acompanhada de outras novidades igualmente relevantes para a ACSP. Temos nossa rede social, a ACConecta, que há um ano está ativa, ampliando o diálogo e o processo colaborativo interno e com as Associações Comerciais do interior.

O mesmo vale para a nova plataforma de CRM (Customer Relationship Manager), projeto de gestão de relacionamento baseado em nossos associados, e para o próprio Portal da ACSP. São canais de interatividade que agilizarão nossas trocas de informações e estão em total sintonia com o alinhamento estratégico e a nossa missão institucional.

Você está convidado a acompanhar de perto esse novo momento da história do Diário do Comércio e a encaminhar as sempre bem-vindas críticas e sugestões.

Abraço,
Rogério Amato

RIP DIÁRIO DO COMÉRCIO, DE SÃO PAULO. ASSIM ESTÁ SENDO FEITO O CONTROLE DA IMPRENSA.

Posted in Uncategorized with tags , , , , , , , , , on 31 de outubro de 2014 by Marli Gonçalves

 

Triste pelos grandes amigos que trabalhavam lá.

Triste porque acabou um dos jornais mais bem feitos do país.

Triste porque estou vendo como é que o controle está sendo feito.

Triste porque era um jornal que me publicava, eeu ficava muito feliz por atingir leitores novos e gente que trabalha.

Triste, porque aguardarei um pronunciamento minimamente razoável do Rogério Amato/ Associação Comercial de São Paulo

Triste porque vejo que o nosso Sindicato dos Jornalistas de São Paulo e a Fenaj não nos servem de nada, nada, para nada.

 

E quem há de resistir às bruxinhas animadas? Boooo! ( Brincadeiras e doces, pedir endereço para entrega)

Posted in Uncategorized with tags , , on 30 de outubro de 2014 by Marli Gonçalves

witch20 witch21 witch26a witch31 witch33

Boa noite, suave assim. Shirley Horn. Uma beleza.

Posted in Uncategorized on 30 de outubro de 2014 by Marli Gonçalves

Na falta de querer falar de política, uma beleza de canção. Com Barbra Streisand, My Man

Posted in Uncategorized with tags , , , , , , on 30 de outubro de 2014 by Marli Gonçalves

Cara, o Sarney votou 45/ Aécio. Clara e visivelmente. Dá uma olhada nesse vídeo

Posted in Uncategorized with tags , , , , , on 29 de outubro de 2014 by Marli Gonçalves

mais infos, aqui:http://fernandorodrigues.blogosfera.uol.com.br/2014/10/29/video-mostra-suposto-voto-de-sarney-em-aecio-para-presidente/

Pé no chão essa análise do Cesar Maia. A oposição ainda precisa aprender a guerrear

Posted in Uncategorized with tags , , , , , , on 29 de outubro de 2014 by Marli Gonçalves

DILMA VENCEU COM UMA CAMPANHA…, DEFENSIVA!
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1. É pura ilusão de ótica imaginar e afirmar que Dilma fez uma campanha agressiva. Não é verdade. Vamos usar uma linguagem de guerra. Um país em guerra com outro define seus bastiões fundamentais e, em torno deles, concentra suas forças físicas e equipamentos para defendê-las.

2. Uma campanha agressiva se dá quando um país tenta avançar sobre os espaços ocupados por seu adversário. Isso em nenhum momento ocorreu nesta campanha eleitoral.

3. Desde bem antes da campanha que todas as pesquisas mostravam com todas as letras e números que Dilma dependia de dois espaços fundamentais. Perder parte deles -por menor que fosse- seria a morte eleitoral, seria a derrota.

4. Pode-se buscar as pesquisas de um ano antes da eleição, de seis meses antes, de três meses antes e qualquer pesquisa durante a campanha e se tem o mesmo resultado. Dilma tinha sempre dois bastiões: os mais pobres e o Nordeste. E em boa medida há um significativo cruzamento entre os dois.

5. Para manter esses dois fortes guarnecidos, valia tudo. Para isso -em primeiro lugar- concentrou sua presença no Nordeste e centrou sua comunicação num suposto anti-nordestinismo do Sul maravilha. A polarização aí é claramente defensiva. Não quer ganhar nada, mas manter o que tem.war_2

6. Em segundo lugar, reintroduziu o velho e surrado discurso dos pobres contra os ricos. E repetia à exaustão os riscos que os pobres correriam se ela perdesse: o bolsa-família, o emprego, minha casa-minha vida, pro-uni…, foram as baterias antiaéreas que usou. E sua tática defensiva funcionou.

7. Os excessos verbais e publicitários tinham só esses objetivos, evidentemente defensivos. A defesa de seu forte nordestino funcionou bem. Manteve a proporção de votos de 2010 em 2014.

8. E o binário pobres x ricos funcionou, mas parcialmente. Afinal, se é verdade que houve uma ascensão social de milhões de pessoas, a receptividade daquele binário tinha que ser menor. Mas funcionou parcialmente.

9. O exército de Aécio entrou pelo norte, pelo centro-oeste, pelo sul, por S.Paulo, pelo Rio. Só não entrou pelo bastião mais importante de Aécio: Minas. Aí caberia colocar suas baterias defensivas (agressivas): cuidado, porque querem acabar com Minas. Não fez e entrou no jogo de que fez um bom governo ou não.

*FONTE: EX-BLOG DE CESAR MAIA

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